Polegar Tech · 08/11/2026 19:50
O mistério em Colares que fez a FAB investigar luzes no céu e atraiu os EUA
Em 1977, moradores de Colares, no nordeste do Pará, iniciaram a relatar luzes que apareciam a respeito de casas, embarcações e comunidades ribeirinhas. Algumas testemunhas declaravam que os clarões se aproximavam das pessoas e causavam queimaduras, fraqueza e outros sintomas. O medo cresceu a ponto de chamar a atencao da Força Aérea Brasileira (FAB), que mandou militares à região pra investigar os acontecimentos.
O episódio ficou conhecido como Operacao Prato e se tornou um dos casos mais conhecidos da narrativa dos objetos voadores nao identificados (OVNIs) no Brasil. Agr, praticamente cinco décadas depois, documentos divulgados pelo governo americano em 23 de outubro de 2026 mostram que uma companhia recrutada pra um programa de pesquisa ligado ao Pentágono buscou reunir informacoes a respeito de a investigação brasileira. Os registros descrevem uma tarefa realizada em 2009.
Eles comprovam o interesse dos pesquisadores americanos nos arquivos de Colares, mas nao evidenciam que a origem das luzes era extraterrestre nem que uma nova operacao esteje em andamento na cidade. O que ocorreu em Colares ao longo da Operacao Prato? Os relatos ganharam força em 1977, quando moradores da ilha de Colares e de localidades próximas passaram a descrever pontos luminosos no céu, movimentos incomuns e supostos feixes de luz direcionados às pessoas.
Pescadores e familias declaravam ter visto objetos a respeito de rios, matas e telhados. Os episódios ficaram popularmente conhecidos como “chupa-chupa”, nome associado à crença de que as luzes sugariam o sangue das vítimas. Os relatos ganharam força em 1977, quando moradores da ilha de Colares e de localidades próximas passaram a descrever pontos luminosos no céu, movimentos incomuns e supostos feixes de luz direcionados às pessoas.
Havia relatos de marcas na pele, sensação de choque, tontura e fraqueza. São descrições prestadas por testemunhas e reproduzidas na documentação histórica; a existência de ferimentos relatados nao comprova, por si só, que tenham sido provocados por objetos voadores. Na época, o caso abandonou de ser somente assunto de entrevistas entre moradores.
A Aeronáutica salientou uma equipe pra observar a região, ouvir testemunhas e registrar o que aparecesse ao longo das vigílias noturnas. A investigação se prolongou pelo intervalo de 1977 a 1978 e atingiu igualmente outras localidades do Pará. O que a FAB achou na investigação?
A tarefa foi conduzida por militares do Primeiro Comando Aéreo Regional, com atuacao do entao capitão Uyrangê Hollanda
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